Professores da rede municipal de Porto Velho iniciam greve de fome de 72 horas por valorização profissional

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Professores da rede municipal de Porto Velho iniciam greve de fome de 72 horas por valorização profissional


Professores da rede pública municipal de Porto Velho anunciaram que iniciarão uma greve de fome por 72 horas, a partir das 14h do dia 8 de janeiro, com término previsto para as 14h do dia 11 de janeiro, caso não haja uma resposta efetiva do Poder Executivo municipal às reivindicações da categoria.

O ato extremo de protesto foi decidido por um grupo de docentes que afirma estar esgotado diante da falta de avanços nas negociações e do descumprimento de compromissos assumidos durante a campanha eleitoral pelo prefeito Léo Moraes (Podemos), especialmente no que se refere à valorização profissional e às políticas salariais para a educação.

Além das críticas à atual gestão municipal, os professores também demonstram insatisfação com a atuação dos sindicatos SINTERO, SINPROF e SINDEPROF. Segundo os manifestantes, um chamado “acordo administrativo” firmado recentemente não atendeu aos interesses da base da categoria, beneficiando apenas as entidades sindicais e um escritório de advocacia, sem garantir ganhos reais aos trabalhadores da educação.

Em declaração à reportagem, uma professora que participa do movimento afirmou que a mobilização poderá se intensificar caso não haja diálogo e encaminhamentos concretos.
“Se não houver uma resposta efetiva, tomaremos medidas ainda mais extremas. Chega de sermos enganados. Estamos sendo tratados com desdém, como se não tivéssemos valor”, disse.

Os organizadores informaram que a greve de fome será realizada de forma voluntária e pacífica, com apoio de outros professores que permanecerão no local prestando auxílio aos participantes. O objetivo é chamar a atenção da sociedade, das autoridades e da imprensa para a situação enfrentada pela categoria e pressionar por uma solução imediata.

Até o fechamento desta matéria, a Prefeitura de Porto Velho e os sindicatos citados não haviam se manifestado oficialmente sobre o início da greve de fome e as críticas apresentadas pelos professores.

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